Acho triste ver pessoas sem capacidade intelectual para entender o porquê do Dr. Alberto João Jardim ser quem é e fazer o que faz. Existe doutrina, houve um grande trabalho em prol da Madeira e Porto Santo... Que vejam este pequeno excerto para entender mais ou menos:
A Madeira é uma democracia e não vive um reinado, onde alguns acham-se pertencer a uma nobreza e podem fazer o que querem... Eles terão que aprender, mas aprender muito... Antes de tudo deverão acabar o curso que não fazem, nem pagando... Depois antes de acusar quem quer que seja... Aprender a ser genuíno. Porque isto ou se é, ou não se é...
Porque para ouvir imitações, oiço alguém que imite a sério e que saiba imitar várias pessoas não só uma:
A Madeira tem muito pouco de democracia.
ResponderEliminarÉ um triste caso para resolver, continuamente adiado pelo continente que se esfalfa em arranjar dinheiro para manter calado o boçal.
Resultado? Mais de 30 anos de desgoverno, tachos e aplicações. Ums população iletrada e senil, inculta e preguiçosa, viciada em festas ocas e nada construtivas com alto índice de alcoolemia e drogas. Desemprego, despesismo, betão e destruição de um património que nem 1% da população reconhece a importância.
É um povo sujo, obsoleto e sedentário. Olhemos para as ribeiras, debrucemos em miradouros ou qualquer canto de estrada... um lixo sem fim, gastando importantíssimos recursos humanos e financeiros para esconder e limpar toda esta triste fachada humana. Uma educação escolar pobre e um exemplo asqueroso por parte da governação. Má educação, violência verbal e prepotência qb por parte de todos quantos estão filiados e amigos.
Olhemos para o nosso vizinho arquipélago. Aliás, qualquer um deles. Exemplos de limpeza, cultura e tradição, inteligência e civismo... e contudo, os Açores não precisaram de 1/4 do betão para serem felizes. Sim, porque eles, apesar do não terem o "pugresso", são felizes. O madeirense transformou-se num pouco bárbaro, infeliz e desconfiado.
As coisas boas? Existem, mas a balança há muito que pesa para o ridículo.
Esta é a Madeira deixada não pelos que governam o continente, mas pelos que aqui governam. Porque assim dita a autonomia, e quem não sabe governar em autonomia, que se retire.
Tenho dito