quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Duas pragas!

Sei que na Madeira se tem passado duas pragas… Uma é a praga de mosquitos vindo não sabemos de onde, nem por quem… Diz-se que foi das palmeiras ou não sei do que… A outra praga é a onda de assalto que anda a vulgarizar-se na Madeira…

Eu gostaria de apresentar algumas soluções.
in Jornal da Madeira

Para primeira praga:

- A UMa (mesmo mázinha) tem bons laboratórios de biologia para investigar a solução.
- Existe alguns desempregados na área de biologia, porque é que a Secretária Regional do Ambiente e Recurso Naturais não os contrata e os mete a “apanhar” esses malditos insectos?
- Para que não apareçam mais espécies forasteiras na Madeira, porque é que os Portos não têm na Alfandega, alguns biólogos que verifiquem se algumas plantas ou animais podem “atracar” na Madeira.

in Diário de Notícias

Para a segunda praga:

- Porque é que as pessoas não seguem as recomendações da PSP? Portas fechadas, janelas fechadas e aquelas outras instruções.
- Em vez de se aumentar o dinheiro para os partidos, porque não aumentar no ordenado da PSP?
- Parece-me que houve uma greve das Forças de Segurança Pública que não foi apreciada pelo Governo da Republica, se calhar deviam ceder um pouco e ajudar os militares.
- Porque é que os PSP andam a passar “rifas” em locais que não haveria perigo nenhum. É impressionante… Poderiam estar a vigiar e passar em locais que pudessem surgir os amigos do alheio.
- A PJ sabe quem são esses amigos e nada faz… Porque é que a Justiça é tão lenta?

Não foram propriamente soluções, mas sim sugestões… Algumas sei que não fazem muito sentido, outras fazem… Há que aproveitar o máximo…

PELA MADEIRA...

2 comentários:

  1. E ninguém resolve acabar de vez com estas pragas?

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  2. Eu resolvia de outra maneira!
    Quanto a 2º praga, tudo se resume à droga- Já fiz engulir aos portadores de droga, charutos inteiros. Foi remédio santo.
    neste momento tenho um taco de basebol. Ao 1º que veja traficar ou consumir, vai sentir o sino a tocar bem forte dentro da cabeça.
    A lei não protege quem não consome. Pelo contrário- Sendo assim, a justiça popular existe para alguma coisa.
    Senhores drogados, protegam-se de mim...

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